Números de Mobile Marketing no Brasil
Mesmo com a grande quantidade de linhas de telefones celulares existentes no Brasil, a prática de mobile marketing correspondeu a apenas 0,1% do mercado publicitário em 2008.
Segundo Terence Reis, diretor de mobile da agência Wunderman, a primeira ação de mobile marketing no
país aconteceu em 2005. Já em 2006, foram realizadas mais quatro ações. As ações destes dois anos não chegaram a R$ 1 milhão. Em 2007, a receita neste mercado aumentou, mas não chegou aos R$ 10 milhões.
Terence acha que o mercado de mobile marketing no Brasil devia corresponder a 0,5% da verba de publicidade, como acontece em outros países. Para ele, há muitos motivos para que esse número seja tão pequeno: as empresas preferem apostar no mercado tradicional a investir em novas mídias. Outro motivo é o fato das operadoras evitarem realizar algumas campanhas por medo de que algum problema aconteça e usuários congestionem seus call centers.
Além disso, o nível educacional dos brasileiros (algumas pessoas não sabem enviar SMS) e o preço que as pessoas devem pagar para receber algumas ações mobile são mais empecilhos. Para receber um SMS, por exemplo, o usuário gasta de R$ 0,30 a R$0,40 – fator que torna o Brasil o penúltimo colocado na América Latina em uso de SMS. Enquanto em outros países são enviados cerca de 100 mensagens por mês, o brasileiro envia apenas oito.
Para Terence, o número de linhas pré-pagas (80% das linhas existentes) também inibe o uso da internet móvel. Em relação aos usuários pós pagos, ele estima que 10 milhões de pessoas acessam a rede pelo aparelho celular. Desse número, 50% acessam apenas para fazer download de conteúdo, só a outra metade corresponde aos que navegam a internet de fato.
Segundo Terence Reis, diretor de mobile da agência Wunderman, a primeira ação de mobile marketing no
Terence acha que o mercado de mobile marketing no Brasil devia corresponder a 0,5% da verba de publicidade, como acontece em outros países. Para ele, há muitos motivos para que esse número seja tão pequeno: as empresas preferem apostar no mercado tradicional a investir em novas mídias. Outro motivo é o fato das operadoras evitarem realizar algumas campanhas por medo de que algum problema aconteça e usuários congestionem seus call centers.
Além disso, o nível educacional dos brasileiros (algumas pessoas não sabem enviar SMS) e o preço que as pessoas devem pagar para receber algumas ações mobile são mais empecilhos. Para receber um SMS, por exemplo, o usuário gasta de R$ 0,30 a R$0,40 – fator que torna o Brasil o penúltimo colocado na América Latina em uso de SMS. Enquanto em outros países são enviados cerca de 100 mensagens por mês, o brasileiro envia apenas oito.
Para Terence, o número de linhas pré-pagas (80% das linhas existentes) também inibe o uso da internet móvel. Em relação aos usuários pós pagos, ele estima que 10 milhões de pessoas acessam a rede pelo aparelho celular. Desse número, 50% acessam apenas para fazer download de conteúdo, só a outra metade corresponde aos que navegam a internet de fato.
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