Testamos o Moto X, o smartphone inteligente de verdade
Com sensores de linguagem corporal e computação contextual, o aparelho sabe onde está, e até mesmo qual é o campo de visão do usuário. A partir disso, a hora ou as notificações são mostradas acendendo os pixels necessários, e não a tela inteira. Ainda, basta dizer “Ok, Google now” para que a assistente de voz (exclusividade do modelo) acorde o X, e o deixe pronto para executar navegação GPS, pesquisar ou ligar para um contato. É uma pena que a assistente de voz “fale”, mas o Google Now não, obrigando o usuário a ler o resultado de uma pesquisa, por exemplo.
Mesmo com componentes “intermediários”, não há travamentos. Em um teste, três jogos (um deles Real Racing 3) e outras seis aplicações rodaram em segundo plano e, ainda assim, a transição entre as telas manteve-se rápida e fluida. Seu Android 4.2.2 (Jelly Bean) é quase puro, não fosse a adição de papéis de parede e alguns bons softwares (confira na galeria).
Outros destaques são a câmera de 10.5MP que tem HDR (captação da luz em diferentes intensidades, que ajuda a manter os detalhes da cena independente do plano em que se encontram), slow motion e grava full HD à 30fps e a Migração Motorola, que copia os dados (exceto apps) do antigo smartphone via Wi-Fi. Para mais especificações e preço, clique aqui.
Galeria:
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